
O batismo do Américo Vespúcio aconteceu em 22 de outubro de 2013, no Porto do Pecém, no Ceará. A cerimônia levou ao Nordeste a apresentação de uma das quatro embarcações que renovavam a cabotagem da Aliança. O porto cearense participava, assim, de uma mudança de frota cujo alcance ultrapassava uma única região.
O navio, identificado pelo IMO 9603233, foi anunciado com capacidade para 3.800 TEU e 500 tomadas para contêineres refrigerados. Seus companheiros de série eram Sebastião Caboto, Fernão de Magalhães e Pedro Álvares Cabral. A incorporação desse conjunto aumentava as possibilidades de transporte dentro dos serviços regulares da empresa.
A presença de uma embarcação desse porte numa linha de cabotagem interessa tanto à indústria quanto ao comércio. Um contêiner pode seguir do caminhão para o pátio do terminal e, depois, para o navio, preservando a unidade de transporte. Nas cargas refrigeradas, essa continuidade também depende da alimentação elétrica e do acompanhamento das condições de conservação ao longo do percurso.
No Pecém, o batismo aproximou o navio das empresas e dos profissionais que participavam dessas operações. Consuelo Dias Branco foi a madrinha da embarcação, num evento que reuniu a referência histórica do nome ao ambiente econômico em que o porta-contêineres passaria a trabalhar.
O Américo Vespúcio entrou nessa rede com uma tarefa cotidiana: levar cargas de um porto a outro com regularidade. A cerimônia de 2013 permanece como um marco documentado de sua trajetória e da participação do Nordeste na expansão do transporte costeiro de contêineres.
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