Fonte: Portos e Navios
É dito que as portas de entrada e saída da economia de uma nação são seus portos. No caso do Rio Grande do Sul, esse caminho está concentrado em Rio Grande. Apesar de uma disposição natural privilegiada, com acesso hidroviário e a possibilidade de aproveitar os recursos da Lagoa dos Patos, o complexo rio-grandino sofre hoje com a falta de dragagem. Entidades como Fiergs, Federasul e Câmara de Comércio da Cidade do Rio Grande defendem que as obras para desassorear o canal são fundamentais e precisam começar o quanto antes.
Atualmente, o porto gaúcho está operando com um calado operacional de 12,8 metros (42 pés). Com a dragagem, passaria, de forma geral, para 14 metros (46 pés). Cada pé de calado acrescentado permite incrementar em 2,5 mil a 3 mil toneladas a carga transportada pelos navios. O contrato de dragagem para readequação da geometria do canal de acesso ao porto do Rio Grande foi assinado em julho de 2015. O consórcio vencedor, que deveria realizar o trabalho, é formado pelas empresas Jan de Nul do Brasil e Dragabrás, e aceitou fazer a obra por R$ 368,6 milhões (recursos que seriam provenientes do governo federal). Deveriam ser removidos aproximadamente 18 milhões de metros cúbicos de sedimentos, mantendo a profundidade do canal interno em 16 metros e do canal externo em 18 metros.
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