Fonte: Portos e Navios
Os estaleiros nacionais estão dispostos a continuar brigando na Justiça sobre os índices mínimos de conteúdo local exigidos na construção de plataformas, caso não haja entendimento com as petroleiras e com a Agência Nacional do Petróleo (ANP).
O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), que reúne os estaleiros, enviou carta ao diretor-geral da ANP, Decio Odone, detalhando proposta de conteúdo nacional de 40% para as plataformas, incluindo o casco. O índice é superior aos 25% fixados para a 14ª rodada de licitações da ANP, realizada em setembro.
Na carta, o Sinaval diz esperar que a proposta sirva para dar uma "solução pacífica" ao tema, mas indica, ao mesmo tempo, que a judicialização é um caminho possível. "Caso [a proposta do Sinaval] não seja aceita, permanecem e devem ser observados os dispositivos contratuais vigentes, com a devida consideração às contribuições apresentadas [pelo Sinaval] na consulta e audiência pública 20/2017", diz trecho da carta.
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