Fonte: Portos e Navios
Por Marcelo Bruto
• A extraordinária evolução da logística nas últimas décadas encontra boa parte de explicação na integração cada vez mais intensa de informações. É proporcionada pelos avanços nos meios de comunicação, nos transportes, e, sobretudo, nas atividades de planejamento e gestão do fluxo e armazenagem de matérias-primas e de produtos. Desde o ponto onde são produzidas até a casa do consumidor. A logística influencia nas decisões de investimentos de empresas, na sua competitividade e no bem-estar de todos nós ao recebermos nossos livros, smartphones e alimentos no prazo, qualidade e preço desejados.
No Brasil, um gargalo resistente para uma mudança de patamar logístico é a insuficiência de nossa infraestrutura rodoviária, por onde transitam 57% das cargas movimentadas nos Portos. Entre os mais conhecidos retratos desse drama estão as filas em épocas de safra e seus efeitos na forma de custos mais altos de frete, armazenagem e operações portuárias. Pelo menos desde 2012, quando o Governo Federal anunciou que priorizaria investimentos em acessos e pátios, é pauta do Plano Nacional de Logística Portuária uma solução inovadora e intensiva em tecnologia da informação. É a implantação de áreas de apoio logístico nas proximidades dos portos, destinadas a integrar informações desde a origem ao destino das cargas, disciplinar o fluxo portuário com menor pressão sobre as estradas, reduzir os custos relacionados e agregar serviços aos transportadores, trocando as horas perdidas em filas e estacionamentos precários por mais gestão e produtividade.
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