Fonte: Portos e Navios
Nas instalações do Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ), três navios-tanque, do tipo Panamax, permanecem com as obras paralisadas e com destino incerto. A construção das embarcações foi contratada pela Transpetro, a subsidiária de logística da Petrobras, ao Eisa Petro Um, sociedade de propósito específico ligada ao Synergy Shipyard, do empresário German Efromovich. Os navios fazem parte do Programa de Expansão e Modernização da Frota (Promef), lançado pela Transpetro na gestão do ex-presidente da empresa, Sérgio Machado, que se tornou delator na Operação Lava Jato.
Os navios parados no Mauá, onde o Eisa Petro Um opera, fazem parte de um lote de quatro Panamax encomendados pela Transpetro à empresa, dos quais somente um foi entregue. O investimento nas quatro embarcações é estimado em R$ 1 bilhão, dos quais cerca de R$ 800 milhões foram financiados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), tendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como agente financeiro da operação.
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