Fonte: Portos e Navios
As operações de transbordo ship to ship em Suape estão ganhando cada vez mais espaço. A estratégia é fruto de uma mudança operacional. Em 2017, foram realizadas reformas nas dutovias localizadas na área portuária. Com isso, o ponto de atracação do navio cisterna, que funciona como tancagem flutuante de GLP, foi realocado e outros píeres do porto externo foram habilitados para esse processo. Agora, os PGLs 2 e 3A também podem realizar o ship to ship, antes feito apenas no 3B. A oferta desses berços reflete diretamente em maior volume de produto, na melhoria do fluxo das embarcações e na redução do tempo de espera para os navios.
É no transbordo ship to ship que são realizadas as transferências de petróleo cru, GLP (gás de cozinha), gasolina, diesel entre outros derivados do petróleo, diretamente de uma embarcação para outra, de forma segura e ágil. No procedimento, o navio-mãe opera simultaneamente com um outro navio a contrabordo e, em paralelo, pode descarregar ou carregar determinado produto para o terminal em terra. Portos que possuem menor profundidade em seus canais de navegação não têm capacidade para receber navios de grande porte. O Porto de Suape, por possuir o diferencial de ter profundidade e boas condições de operação, acaba recebendo estes navios.
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